“Our love is like the wind, you can´t see it but you can feel it”
Essa frase ficava na cabeça, a tão famosa frase daquele filme. A única diferença era que neste caso era uma via de mão única. Só um lado conseguiria sentir esse algo diferente.
Amor talvez não fosse ainda a palavra certa para definir esse sentimento. Provavelmente o dicionário ainda não a atualizou e nenhum ser humano foi capaz de conseguir descrevê-lo para então criar um nome.
Mas é real e é sentido.
Tão sentido como o coração que pulsa cada vez mais forte a cada palavra digitada. Que pulsa em várias partes do corpo, como se esse sentimento tomasse conta de cada parte do meu ser.
Tão sentido como o ar que tanto necessitamos para viver mas que é natural. Natural como o ato de respirar. Que mais uma vez faz parte do seu ser.
É um sentir involuntário como o ato de piscar, você até pode tentar fazer com que ele pare mas sem nem perceber tudo está de volta. Não existe como controlar. Mas você não quer controlar.
Para que controlar um sentimento que toma conta de você e te faz sentir vivo. Te faz ter vontade de se mexer. De levantar. De correr. Simplesmente de viver?
Nenhuma pessoa pode ver. Está cada vez mais preso a você. Somente a você.
Qualquer um pode sentir. Sentir a mudança que ele fez em você, a alegria que trouxe a sua vida, a vida que estava se esvaindo, mas agora estava ali, mais forte do que nunca.
You can´t see it, but you can feel it. É a maior verdade de todas.
O sentimento mais bonito de todos. Novo. Bonito e sincero.
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